Desde cedo, estávamos de olho no jogo, sim, mas também tentando entender a louca significância de tudo isso. Nos viramos para outro lado para ver o que tudo isso significava no grande esquema das coisas. Antes do início dos jogos na quarta-feira, a Escócia estava relativamente bem posicionada como a segunda melhor entre as equipes terceiras colocadas no torneio. A vitória da Bósnia-Herzegovina sobre o Catar fez a Escócia cair para o terceiro lugar. A dominação do Brasil os fez descer ainda mais. Para baixo eles foram, com sua vantagem praticamente eliminada, sua obsessão pelos resultados em outros lugares nos próximos dias se multiplicando à medida que avançavam. Voltarão a Charlotte, Carolina do Norte na quinta-feira; machucados e atordoados, incertos sobre seu futuro neste torneio, se é que têm algum. Como está, o prognóstico indica que jogarão contra o México na terça-feira – uma chance de redenção ou outra viagem à câmara de tortura? É claro que isso pode mudar. Outras equipes nos próximos dias terão muito a dizer sobre isso ainda. A Escócia está suando por um lugar nas oitavas-de-final. É a terra de ninguém onde estão vivendo agora, olhando freneticamente para os destinos respectivos de Senegal e Equador, Curaçao e Cabo Verde, Arábia Saudita e outros. Havia uma certa inevitabilidade sobre isso. Até a Bolívia no início deste mês, a Escócia nunca havia vencido equipes sul-americanas, nunca venceu o Brasil em 10 tentativas nos últimos 50 anos. Eles se recuperaram e criaram momentos, mas era tarde demais.







