“O Torreense terá que estar no seu melhor e tudo terá que correr conforme o planeado. Esta temporada houve várias contratações, há bastantes jogadores novos, mas certamente vão dar tudo para tentar conquistar a Supertaça”, disse à Lusa o antigo médio.
O FC Porto, campeão nacional, e o Torreense, vencedor da Taça de Portugal, defrontam-se na Supertaça Cândido de Oliveira, no dia 1 de agosto, às 20h15, no Estádio Municipal de Coimbra. Será a primeira vez que o clube de Torres Vedras participa na competição, enquanto os ‘Dragões’ disputam o troféu pela 35.ª vez, com o objetivo de conquistar o 25.º título da sua história.
Natural de Torres Vedras, Hélder Batista sabe o que significa erguer a Supertaça. Em 1997, o antigo médio ajudou o Boavista a vencer a competição frente ao FC Porto. Sabendo bem da importância de um jogo como este, admite que “não há segredos” e “não há favoritos”.
“É 50/50. Esta é uma final. Teoricamente, o FC Porto é mais forte, sem dúvida, e respeitamos muito isso. São os campeões nacionais. Mas é apenas um jogo e tudo pode acontecer. Obviamente que a dificuldade é maior por causa de todos esses fatores, mas a qualquer momento o Torreense também pode marcar e as coisas podem mudar”, alertou.
A equipa de Torres Vedras garantiu o seu lugar na Supertaça depois de vencer o Sporting por 2-1, após prolongamento, no dia 24 de maio, e conquistar pela primeira vez a Taça de Portugal. Na tentativa de somar mais um troféu inédito, Hélder Batista acredita que é fundamental que a equipe mostre a atitude certa.
“Uma coisa de que não tenho dúvidas é que todos os jogadores darão tudo. Eles sabem que é uma grande oportunidade e talvez única de acrescentar mais um troféu nacional ao seu currículo. De certa forma, eles vão dar o seu melhor e, sem dúvida, deixar o clube que representam orgulhoso”, afirmou.
Quanto ao FC Porto, o antigo jogador espera defrontar um adversário forte, com jogadores capazes de decidir o jogo a qualquer momento.
“O treinador [LuÃs Tralhão] certamente já analisou a oposição. Ele sabe que têm jogadores fantásticos, de grande qualidade, que a qualquer momento, em qualquer situação perto da nossa baliza, podem ser decisivos, porque são jogadores que podem decidir o jogo a qualquer momento”, admitiu, acrescentando que estará entre os adeptos “azuis e bordô” nas bancadas de Coimbra.
Hélder Batista, hoje com 54 anos, iniciou a carreira futebolística no Torreense na década de 1980, onde completou todo o seu desenvolvimento juvenil antes de chegar aos escalões superiores. Foi nessa função que fez parte da última equipa do clube Oeste a disputar a Primeira Liga, na época 1991/92. O ex-meio-campista também disse que espera ver o time “azul e bordô” de volta àquela divisão em um futuro próximo.
Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇵🇹 aqui.
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