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Diogo Costa inseguro sobre o futuro do Porto, explica rejeição da camisa 2

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Diogo Costa falou sobre a Supertaça frente ao Torreense em tom tranquilo, apesar das exigências que surgem com o início da nova época. Na antevisão ao jogo, o guarda-redes do FC Porto abordou a recuperação física, a preparação para o adversário, a escolha da camisola 99 e a possibilidade de abandonar o clube, assunto sobre o qual deu uma garantia: “Estou muito feliz aqui”.

Depois de regressar ao trabalho após as férias, Diogo Costa respondeu às perguntas dos jornalistas sobre a sua condição física, a possibilidade de conquistar mais um troféu e o seu futuro. O internacional português destacou a importância do descanso, a necessidade de manter os níveis de concentração e a ambição da equipa, mas não se comprometeu a ficar para além do momento presente.



Com apenas um curto período de preparação após uma temporada particularmente exigente, o guarda-redes considerou o intervalo essencial, descartando a ideia de que o seu regresso tardio possa afectar a sua preparação para o confronto de sábado.

“Acho que o descanso que precisava também foi importante aqui, porque foi uma temporada em que joguei quase 70 partidas”, explicou. “Foi muito importante descansar o que precisava para estar mais descansado para o jogo de sábado. De qualquer forma, duas semanas não vão me fazer perder tanto da minha condição física a ponto de não estar pronto.”

O jogador admitiu que a posição de guarda-redes exige cuidados específicos, ainda que a resistência não seja o aspecto mais decisivo.

“Envolve outras coisas, mas não é tão exigente em termos de resistência, por assim dizer.”

A confiança molda, portanto, as palavras de Diogo Costa, que vê no descanso e no trabalho diário a base para regressar em boas condições, sem dar particular importância ao tempo passado fora dos relvados.

O Torreense será o primeiro obstáculo da temporada, mas o FC Porto aborda o jogo sem espaço para complacências. Diogo Costa explicou que a análise do adversário foi além do jogo com o Sporting, centrando-se na identidade que a equipa tem demonstrado ao longo da temporada.

«Sim, não analisámos apenas aquele jogo contra o Sporting, analisámos tudo o que constitui a identidade do Torreense ao longo de toda a época», sublinhou. “Como eu disse, é uma equipe que merece o nosso respeito e é exatamente isso que vamos dar a eles”.

Questionado sobre os principais perigos que representa a equipa de Torres Vedras, o guarda-redes manteve a mesma linha de pensamento: o FC Porto terá de estar preparado para todos os momentos do jogo.

“Eles podem trazer todo tipo de situação que o jogo possa exigir. O respeito que merecem fala por si”, disse ele. “Em todas as situações, sejam lances de bola parada ou o que quer que o jogo exija, estaremos o mais concentrados possÃvel. É um jogo para vencer, é uma final e vamos respeitar o Torreense como ele merece.”

As falas refletem uma preparação baseada na concentração constante e no respeito ao adversário, independentemente do desenrolar da partida.

Num jogo em que se espera que o FC Porto tome grande parte da iniciativa, o guarda-redes poderá passar longos períodos sem ser chamado a atuar, apenas para ter de responder num momento decisivo. Diogo Costa explicou que esta capacidade é trabalhada diariamente, desde os primeiros anos.

“Obviamente que o aspecto da concentração tem que ser muito alto. Como jogador do FC Porto, alguém do clube, penso que desde jovem fui treinado para isso: jogar numa grande equipa”, disse. “É algo que já faz parte do dia a dia, já é um hábito me preparar para esse tipo de intervenção onde talvez terei que fazer apenas uma, mas terá que ser muito importante ou muito difÃcil. Obviamente, os níveis de concentração são fundamentais, mas todo o trabalho diário que fazemos no treino é a base mais importante.”

Para o guarda-redes portista, a preparação nos treinos é o que lhe permite estar atento quando a bola raramente entra na sua área. A sua resposta no momento decisivo é, portanto, fruto de uma rotina construída ao longo do tempo.

O objetivo também é fazer melhor que na temporada passada. Diogo Costa apontou a identidade, a humildade e a melhoria coletiva como pilares de uma equipa que quer continuar a lutar por títulos.

“Queremos elevar nossos padrões em termos de identidade. Faremos tudo o que fizemos no ano passado, mas queremos melhorar em todos os aspectos como equipe e como clube”, garantiu. “A ideia de sermos bicampeões não nos subirá à cabeça; Seremos muito humildes e trataremos cada jogo como uma final, tal como fizemos na época passada. Penso que deveríamos seguir aquela mentalidade que tão fortemente define o FC Porto.”

A Supertaça será a primeira oportunidade para colocar essa ambição em prática. Diogo Costa acredita que a importância do troféu é evidente.

“É um tÃtulo. Acho que não há nada mais importante do que a própria palavra”, resumiu. “É mais um título na nossa lista e um clube como o FC Porto vive para isso. É isso que queremos homenagear.”

O jogo frente ao Torreense carrega assim o estatuto de uma final que o FC Porto quer vencer, mantendo intacto o respeito pelo rival e a identidade que pretende reforçar.

A escolha do número da camisa também esteve em destaque. Convidado por André Villas-Boas para assumir o número 2, associado a Jorge Costa e João Pinto, Diogo Costa optou por manter o 99, embora reconhecesse a importância histórica desse legado.

“Em primeiro lugar, estou extremamente grato ao nosso presidente por me dar esse desafio. Sinto-me muito honrado e orgulhoso por ele me ver como uma pessoa importante neste clube”, reconheceu. “Mas acho que também foi importante seguir meu próprio caminho. O que aconteceu ao Jorge é algo que ainda está muito fresco na minha memória e penso que é algo que devemos continuar a honrar e a prestar homenagem. Foi muito sobre isso, sobre querer continuar seguindo meu próprio caminho, respeitando o legado que esse número carrega.”

A decisão de manter o 99 não diminui, portanto, em nada a história ligada ao número 2. Trata-se antes de preservar um percurso pessoal, sem deixar de respeitar as figuras que o tornaram simbólico no FC Porto.

Naturalmente, a possibilidade de saída voltou a surgir no contexto do mercado de transferências. Diogo Costa não garantiu que a Supertaça ou os dias seguintes não pudessem coincidir com uma despedida, mas voltou a sublinhar a felicidade que sente por representar o clube.

– Já faz algum tempo que estou relacionado com a saída deste clube. Como tenho feito até agora, o que posso dizer é que estou muito feliz aqui e, enquanto estiver aqui, serei sempre o mesmo jogador e a mesma pessoa.”

Sobre a possibilidade de continuar no FC Porto depois de 31 de agosto, o guarda-redes respondeu sem antecipar qualquer cenário.

“Se depois daquele dia eu ainda estiver aqui, é claro que estarei.”

Diogo Costa também reafirmou a vontade de conquistar mais títulos pelo FC Porto, mas reconheceu que o futebol profissional é moldado pela mudança. Enquanto permanecer no clube, garante que seu comprometimento será total.

«Como disse, estou muito feliz aqui, quero muito continuar a conquistar títulos pelo FC Porto», assegurou. “Mas todos sabemos como é a vida de um jogador profissional. É algo que não posso prometer, mas o que posso prometer é o meu trabalho e o meu empenho, como tenho feito desde que comecei a jogar na equipa principal.”

Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇵🇹 aqui.

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