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MEO Kalorama começa sexta-feira com Robbie Williams como atração principal – Residente em Portugal

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O MEO Kalorama regressa sexta-feira a Lisboa para três dias de música, comida, arte e entretenimento, com Robbie Williams, Ms. Lauryn Hill, Deftones e Turnstile entre os grandes nomes que rumam ao Parque da Bela Vista.

A quinta edição do festival acontece de sexta a domingo (28 a 30 de agosto), reunindo mais de 50 artistas de um line-up que abrange pop, rock, hip-hop, pós-punk e música eletrônica.

Também houve uma alteração tardia no projeto, com a banda britânica de pós-punk Dry Cleaning a juntar-se ao festival para uma atuação no Palco Sagres, no sábado, dia 29 de agosto.

O grupo do sul de Londres, liderado por Florence Shaw, substitui a Unknown Mortal Orchestra, que foi forçada a cancelar devido a uma doença que afetou um dos membros da banda.

Três dias de grandes nomes

Robbie Williams é a atração principal da noite de abertura de sexta-feira, que também conta com Grace Jones, Interpol, MARO, Judeline e Anna von Hausswolff.

O sábado é liderado por Lauryn Hill, acompanhada pelos convidados especiais Wyclef Jean, YG Marley e Zion, ao lado de Sam The Kid com Orquestra & Orelha Negra, Ravyn Lenae, Vince Staples, Dry Cleaning e Bruno Pernadas.

O festival encerra no domingo com Deftones e Turnstile, acompanhados por Clipse, Freddie Gibbs + The Alchemist, Peaches, Wednesday e outros.

Entretanto, a música electrónica terá uma área própria no PANORAMA LISBOA durante todo o fim de semana.

Mas Kalorama pretende novamente oferecer muito mais do que apenas concertos.

Um novo Guia Repsol Food Experience trará comida de alguns dos nomes mais conhecidos da culinária portuguesa, incluindo os chefs Henrique Sá Pessoa e Marlene Vieira, bem como José e Cláudia Neves do Ciclo.

O festival também ampliou as suas medidas de acessibilidade, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, audiodescrição, plataformas de visualização acessíveis, áreas vibratórias para visitantes surdos e com deficiência auditiva e espaços dedicados ao silêncio.

‘Não significa não’

Outro destaque deste ano é a campanha “Não É Não” (“Não significa Não”), desenvolvida em conjunto com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género de Portugal.

O festival afirma ter uma política de tolerância zero em relação ao assédio e à violência, com funcionários, pessoal de segurança e trabalhadores de bares e stands a receber formação específica sobre como identificar e responder a incidentes.

Os códigos QR espalhados pelo local fornecerão acesso a procedimentos de denúncia e contatos úteis, enquanto canais de denúncia presenciais e anônimos estarão disponíveis.

Os ingressos diários permanecem à venda por 65 euros mais taxas, enquanto um passe de três dias custa 160 euros mais taxas. Também está disponível um Pacote Amigos com seis passes gerais pelo preço de cinco, além de condições especiais para portadores dos cartões Navegante e Cartão Jovem.