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ARQUIVO – Dois policiais caminham em frente a um outdoor anti-EUA retratando aeronaves americanas sendo capturadas pelas forças armadas iranianas em uma rede de pesca sob as palavras em farsi: “O Estreito de Ormuz permanecerá fechado, todo o Golfo Pérsico é nosso campo de caça”, em Teerã, Irã, domingo, 5 de abril de 2026. (AP Photo/Vahid Salemi, Arquivo)
DUBAI – Agências de notícias semioficiais do Irã publicaram um gráfico na quinta-feira sugerindo que a Guarda Revolucionária paramilitar do país colocou minas marítimas no Estreito de Ormuz durante a guerra.
Os relatos vieram da agência de notícias ISNA, bem como da Tasnim, que se acredita ser próxima da Guarda.
O gráfico mostrava um grande círculo marcado como “zona de perigo” em farsi sobre o Esquema de Separação de Tráfego, que era a rota usada pelos navios para atravessar o estreito. Foi aí que a Guarda supostamente colocou as minas.
Sugeriu que os navios viajassem para o norte através de águas mais próximas do continente iraniano, perto da ilha de Larak, uma rota que alguns navios foram observados tomando durante a guerra.
As datas no gráfico vão de 28 de fevereiro até quinta-feira, 9 de abril.
Não está claro se a Guarda liberou sua suposta mineração na rota. E provavelmente serviu como uma táctica de pressão, uma vez que o Irão, Israel e os Estados Unidos se encontram agora num inquieto cessar-fogo de duas semanas antes de possíveis negociações em Islamabad.
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