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O fiasco do Brasil, a despedida vacilante de Cristiano Ronaldo e o choque de Cabo Verde, nosso veredicto sobre a Copa do Mundo de 2026

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A Espanha conquistou seu segundo título mundial ao vencer a Argentina por 1 a 0 após o tempo extra. De acordo com L’Équipe, o desfecho do torneio abrange a queda do Brasil, a despedida de Cristiano Ronaldo, o revés de Julian Nagelsmann, a ascensão de Johan Manzambi e o choque de Cabo Verde.

Sob o comando de Carlo Ancelotti, as fragilidades do Brasil persistiram após uma fraca campanha nas eliminatórias. Um empate de 1 a 1 com Marrocos precedeu uma vitória suada por 2 a 1 sobre o Japão, então a Noruega os eliminou por 2 a 1, com Erling Haaland marcando dois gols, resultando na sua saída mais precoce em 36 anos, expondo a falta de um camisa nove de alto nível e uma crise marcada na federação.

Ronaldo, 41 anos, marcou dois gols contra o Uzbequistão e um pênalti contra a Croácia nas oitavas de final. Espanha venceu Portugal por 1 a 0 nas quartas de final, ele teve 19 toques na bola, Roberto Martínez saiu logo depois de tê-lo jogado quase o tempo todo, e Ronaldo confirmou mais tarde que esta seria sua última Copa do Mundo.

A Alemanha foi eliminada nas oitavas de final pelo Paraguai, 1 a 1 e 4 a 3 nos pênaltis, sob o comando de Julian Nagelsmann. Escolhas como a convocação de Manuel Neuer em vez de Oliver Baumann e usar apenas um lateral relutante, Joshua Kimmich, além de lesões de Serge Gnabry e Lennart Karl, precederam sua renúncia.

O suíço Johan Manzambi, de 20 anos, recentemente contratado pelo Aston Villa, campeão da Liga Europa, marcou três gols e deu duas assistências em quatro jogos antes de uma contusão no joelho o paralisar, e a Nati então desbotou contra Colômbia e Argentina. Os estreantes Cabo Verde ficaram invictos na fase de grupos, sendo o único time a segurar a Espanha, e forçaram a Argentina a ir para o tempo extra antes de perder por 3 a 2, com o goleiro de 40 anos, Vozinha, e a defesa sólida de Bubista definindo uma campanha histórica.