O futebolista do Benfica, Gianluca Prestianni, foi suspenso por seis jogos depois de usar linguagem homofóbica durante um jogo do “play-off” da UEFA Champions League. O incidente ocorreu no dia 17 de fevereiro, quando a sua equipa defrontou o Real Madrid no Estádio da Luz.
Depois que Vinicius Jr, do Real Madrid, marcou no segundo tempo, Prestianni se aproximou dele e fez um comentário enquanto cobria a boca com a camisa. O primeiro correu imediatamente ao árbitro François Letexier e disse que o extremo argentino tinha sido racista.
O dirigente utilizou o sinal de braços cruzados introduzido pela FIFA em 2024 para indicar suposto abuso racial, e o jogo foi pausado por cerca de 10 minutos. Vinicius Jr saiu do campo, seguido por vários companheiros do Real Madrid.
Prestianni negou a acusação, escrevendo nas redes sociais: “Quero esclarecer que em nenhum momento direcionei insultos racistas a Vini Jr, que lamentavelmente entendeu mal o que pensava ter ouvido… Nunca fui racista com ninguém”.
A UEFA abriu uma investigação disciplinar sobre o assunto no dia seguinte e suspendeu Prestianni para a segunda mão da eliminatória. Durante o processo, o médio do Real Madrid, Aurelien Tchouameni, disse que o jogador do Benfica lhe disse que foi um comentário homofóbico que fez, e não racista.
O órgão dirigente concluiu que era esse o caso, emitindo como punição uma suspensão de seis jogos, três dos quais foram suspensos por um período probatório de dois anos. Também pediu à FIFA que prorrogasse a suspensão em todo o mundo, e não apenas nos torneios europeus.
O incidente destacou mais uma vez a questão contínua da homofobia no futebol masculino.
Na semifinal da FA Cup no domingo, 26 de abril, pelo menos 16 torcedores do Leeds se envolveram em cantos homofóbicos, com a Polícia Met confirmando que eles correm o risco de serem processados. O clube já alertou os torcedores sobre o canto específico do “garoto de aluguel”, que foi criminalizado pelo Crown Prosecution Service.
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